Como parte do Programa Caminho das Águas, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, e os ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Walter Góes; e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. assinam o contrato com a empresa de engenharia para execução das obras de implantação da adutora no município de Jaicós será assinado, nesta quinta-feira (26), às 7h30, em solenidade no Salão Branco do Palácio de Karnak.
Em seguida, às 10h, os gestores estarão no município de Cocal, onde visitarão as obras da Barragem Nova Algodões e anunciam novos investimentos.
Com extensão de 54,5 km e capacidade de 293,4 milhões de m³, o sistema adutor de Jaicós substituirá ações paliativas, como o abastecimento de água por carros-pipa, por uma solução definitiva e estruturante.
O início das obras está previsto para o próximo mês de abril, com conclusão prevista para maio de 2027. Os serviços serão executados pela Secretaria de Defesa Civil do Piauí (Sedec), em parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A Adutora de Jaicós receberá aporte de R$ 131 milhões, além da contrapartida do Governo do Estado. O projeto consiste na captação de água na Barragem Poço do Marruá, em Patos, e na adução até o município de Jaicós, beneficiando cerca de 22 mil pessoas que convivem historicamente com a escassez de água. A obra aguardada há décadas é importante para a segurança hídrica no semiárido piauiense.
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Barragem Nova Algodões
Após a solenidade em Teresina, as autoridades visitarão a Barragem Nova Algodões, em Cocal. A obra, financiada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), está em plena execução, com 25,3% dos serviços concluídos. Com investimento global superior a R$ 240 milhões, a barragem terá capacidade de armazenar 55,5 milhões de m³ de água em uma área de 274 hectares.
Até o momento, foram aplicados R$ 51,9 milhões em valores iniciais e R$ 2,8 milhões em reajustamentos, totalizando R$ 54,7 milhões. O objetivo é garantir o abastecimento, fomentar a pecuária e a agricultura, além de incentivar espaços de lazer. A reconstrução busca sanar uma demanda histórica da região, que sofreu os impactos do rompimento da antiga estrutura em 2009.
Fonte/Créditos: Secom
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