
O Brasil assiste a mais um episódio de afronta à legalidade, de desobediência à Constituição Federal, ao Estado Democrático de Direito, de descumprimento da ordem, quando um grupo de opositores [a quem? ao Brasil?] impediu a abertura dos trabalhos na Câmara e no Senado, nesta terça-feira (5), sob o argumento da "pacificação" do país.
Os defensores do "pacote" de ilegalidades pregam a anistia para quem tramou assassinato de autoridades, explosão de aeroporto; querem a liberdade dos vândalos que destruíram prédios públicos, agrediram policiais, servidores públicos... que o Brasil passe pano na cagada deles. Trocando em miúdos: IMPUNIDADE para quem participou da trama para o golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.
O que esses parlamentares pretendem com a "obstrução" [que não é sinônimo de impedimento das atividades em Plenário] é anistiar os crimes cometidos pelos golpistas fardados e paisanos, a começar pelo mentor do golpe. Minuta, punhal verde/amarelo... as provas estão aí. Queriam se manter no poder à força, matando Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes. A ordem era impedir a posse do presidente - legitimamente eleito pelo voto dos eleitores brasileiros e brasileiras - usando como massa de manobra a idolatria dos "patriotas" apoiadores do "mito", com aparato bélico das forças armadas, o que felizmente fez água porque ainda tinha gente com um pouco de sensatez na caserna.
Os presidente da Câmara e do Senado têm como fazer a coisa acontecer. Se se omitirem, serão responsabilizados pelo que vier a acontecer mais adiante. Porque não vai parar por aí. Não há respeito mais às instituioções. O Brasil é achacado até por uma autoridade de um outro país que se acha DEUS. Alto lá! O Brasil é soberano, com poderes, leis e um povo que nunca vai se submeter a vontade de ninguém.
Fonte/Créditos: PAULO PINCEL
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