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MPPI promoverá atendimento à população em São Raimundo Nonato

A ação do Procon e da Ouvidoria Itinerante acontece nos dias 26 e 27 de março, das 8h às 14h, na Praça do Abrigo

MPPI promoverá atendimento à população em São Raimundo Nonato
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Procon e Ouvidoria Itinerante


Junto ao Procon, a população poderá receber orientações sobre direitos do consumidor em áreas como serviços bancários, telefonia, energia e abastecimento de água. Por meio da Ouvidoria, será possível registrar reclamações, denúncias, sugestões e pedidos de informação.

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran/PI) realizará serviços como renovação de CNH, emissão de CNH permanente e segunda via, além de documentos de veículos, transferências e orientações sobre programas como CNH Social, bem como ações educativas com escolinha de trânsito.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promoverá atividades educativas e interativas, com simuladores de embriaguez e de impacto, além de ações de abordagem preventiva voltadas à conscientização no trânsito.

A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) disponibilizará serviços como aferição de pressão arterial, testes de glicemia, testes rápidos para ISTs, vacinação para adultos e práticas integrativas, como massagem capilar. Também haverá ação da Diretoria de Operações de Trânsito (DOT), vinculada à SSP, com campanha educativa sobre o uso correto do capacete, com foco na prevenção de acidentes e na preservação da vida.

O Encontro Regional reúne atendimentos diretos, atividades institucionais e espaços de participação social ao longo dos três dias de programação.

Saiba mais em encontroregional.mppi.mp.br


Procon e Ouvidoria Itinerante


MPPI ajuíza ação civil pública para garantir proteção a moradores em área de risco em Oeiras

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) ajuizou, na última sexta-feira (20), uma ação civil pública para garantir medidas urgentes de proteção aos moradores de áreas de risco suscetíveis a deslizamentos de terra e rocha no município.

A ação civil pública com pedido de tutela provisória de urgência antecipada e cautelar foi ajuizada após a 2ª Promotoria de Justiça de Oeiras adotar uma série de medidas extrajudiciais que não resultaram na solução do problema.

A situação de risco geológico já havia sido apontada em um relatório produzido pela Coordenadoria de Perícias e Pareceres Técnicos do MPPI. O parecer, produzido a partir do Procedimento Administrativo nº 10/2024, analisou a condição das edificações da área onde está localizado o Morro do Leme e de áreas vizinhas, como a do local conhecido como “Loteamento José Moura”. Ao longo dos últimos anos, a região sofreu desmatamento e foi utilizada para extração mineral sem a autorização dos órgãos ambientais competentes.

 

Edificação construída em área de encosta.
Moradia localizada próximo a um morro.
Imagens de vistoria retratam edificações na área em situação de risco em Oeiras.
Moradia nas proximidades de uma rocha de grande porte

Antes de ajuizar a ACP, a promotora de Justiça Emmanuelle Belo expediu uma portaria para solicitar que a prefeitura de Oeiras realizasse uma vistoria no local. O relatório confirmou a necessidade de retirada dos moradores, providência que não foi adotada pelas autoridades locais. Em resposta, o município alegou que os moradores foram alertados sobre o perigo e se recusaram a abandonar suas residências.

O MPPI seguiu acompanhando o caso e expediu uma recomendação, cujos prazos foram descumpridos pelos entes notificados. A inércia do poder público levou a promotoria responsável a encaminhar cópias dos autos do procedimento à Procuradoria-Geral de Justiça para a apuração de eventual crime de recusa, omissão ou atraso no fornecimento de dados técnicos necessários à ação civil pública.

Com a recente ação, o Ministério Público requer que o município monitore continuamente as áreas de risco, apresentando um plano de alerta e de evacuação de emergência. Além disso, a prefeitura deve realizar, em até 30 dias, uma vistoria técnica multidisciplinar, com elaboração de laudo georreferenciado, avaliação do nível de risco de cada imóvel e viabilidade de obras de contenção como alternativa à remoção. Já em até 15 dias após o laudo, o município deve notificar, de maneira formal e individualizada, cada morador em área de risco.

Além das medidas emergenciais, a ação também exige que as famílias eventualmente removidas sejam cadastradas em programas habitacionais de interesse social, com garantia de atendimento habitacional em caráter definitivo. A medida também prevê o pagamento de uma indenização por danos morais, com valor mínimo de R$ 500 mil, a ser destinado para políticas de habitação e gestão de risco em Oeiras.

 

Fonte/Créditos: MPPI

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Redação

Publicado por:

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