

Os pecadores que perderam tempo em frente à TV na noite/madrugada de um domingo nublado e abafado viram o agente secreto tupiniquim ser atropelado por um Fórmula 1 desgovernado [tal qual o país do Oscar nesses dias de bombas e drones caindo sobre as cabeças de meninas indefesas nas escolas pelo mundo]. Mas valeu o sonho do trem, do busão, da bicicleta. Não pelo valor sentimental, mas pela tentativa do "bi", de levantamos a taça, digo, a estatueta novamente. Ano passado, deu Brasil, com "Ainda estou aqui" e Nandinha Abreu, lembra?
Dona Sebastiana (Tânia Marria), a Pitombeira... nunca mais serão as mesmas, depois de Wagner, da dancinha do cartão de crédito: "Isso aqui, ô ô é um pouquinho de Brasil", é um "tiquim" de tudo mesmo: somos o país do futebol, do cinema, da novela, da vida real da gestão canalha e corrupta, da política suja e rasteira, que nunca andou tão junto e misturada com o crime. Nós - brasileiros e brasileiros - somos acima de tudo heróis. Sobreviventes. Todo santo dia enfrentamos e vencemos! Uma batalha após a outra...
Fonte/Créditos: Paulo Pincel
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