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Zanin autoriza empresária a ficar em silêncio na CPMI do INSS

Depoimento que acontece nesta segunda (23) na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS 

Zanin autoriza empresária a ficar em silêncio na CPMI do INSS
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Zanin autoriza empresária a ficar em silêncio na CPMI do INSS

Comissão investiga descontos ilegais em mensalidades de aposentados
André Richter - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 23/02/2026 - 15:51
Brasília
Brasília, DF 15/09/2023 O ministro Cristiano Zanin fala no seminário Combate à Desinformação e Defesa da Democracia termina nesta sexta-feira (15), no STF. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a empresária Ingrid Pikinskeni Morais Santos poderá permanecer em silêncio durante depoimento que será realizado nesta segunda-feira (23) na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. 

Com a decisão, Ingrid poderá se recusar a responder perguntas dos parlamentares que possam incriminá-la. Além disso, ela poderá ser assistida por um advogado durante o depoimento. 

A empresária foi chamada para depor em função da suposta ligação com a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), uma das entidades suspeitas de participar do esquema de descontos ilegais de mensalidades de aposentados e pensionistas. 

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Vorcaro

Ingrid Pikinskeni foi chamada para prestar depoimento após a CPMI cancelar a oitiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

Na semana passada, o ministro André Mendonça decidiu que o banqueiro não é obrigado a comparecer ao depoimento. 

A comissão investiga o suposto envolvimento do Master com empréstimos consignados e descontos irregulares em aposentadorias.

Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.

Fonte/Créditos: Agência Brasil

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