
A Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) está promovendo o Seminário Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas, que será realizado nesta quarta-feira, dia 13 de maio. O Seminário acontecerá no auditório Serra da Capivara, localizado no TRT-Piauí.
O evento acontece em alusão ao Dia Estadual de Prevenção e Combate ao Trabalho Análogo ao Escravo e ao Tráfico de Pessoas no Piauí, comemorado neste dia 13 de maio, com o objetivo de fortalecer a rede de enfrentamento ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas no estado.
Segundo o procurador do Trabalho e coordenador da Coetrae, Edno Moura, o encontro representa um passo importante para unir as instituições e avançar no combate a essa grave violação de direitos humanos. “Este Seminário é fundamental porque traz à sociedade a discussão sobre o tema. O trabalho escravo é um crime previsto no Código Penal, com desdobramentos nas esferas criminal, administrativa e cível. O Ministério Público do Trabalho, em parceria com as demais instituições, continuará atuando firmemente para impedir violações e responsabilizar os envolvidos”, destacou.
O evento é aberto ao público e acontecerá das 8h às 12h30. Após a mesa de abertura, a programação contará com painéis, mesas de diálogos discutindo inclusão produtiva, atuação de resgate e pós-resgate, o papel do Judiciário e do Legislativo na elaboração de políticas públicas permanentes de combate ao trabalho escravo, além de uma plenária. Também durante o evento, será lançada a campanha “Piauí de Mãos Livres: dignidade no trabalho, respeito à nossa gente”.
SOBRE A COETRAE
A Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Piauí (COETRAE-PI) foi institucionalizada para fortalecer o combate ao trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas. A comissão articula políticas públicas entre governo, sociedade civil e instituições. A comissão também atua no sentido de buscar identificar vulnerabilidades, especialmente de piauienses que migram e são submetidos a condições forçadas de trabalho.
Fonte/Créditos: MPT-PI


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