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Parceria entre Equatorial e TJPI fortalece iniciativas de reciclagem e sustentabilidade

NAMPar realiza mais um ciclo do Projeto MARÉ em Parnaíba

Parceria entre Equatorial e TJPI fortalece iniciativas de reciclagem e sustentabilidade
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O Núcleo de Gestão Socioambiental (NUSA) do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) realizou uma reunião de alinhamento estratégico com representantes da Equatorial Piauí. O encontro, na terça-feira (26),  aconteceu no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica nº 18/2025, firmado entre o Poder Judiciário estadual e a concessionária de energia, com o objetivo de ampliar ações conjuntas voltadas à sustentabilidade.

Entre os principais temas discutidos, destacou-se o Projeto E+ Reciclagem, iniciativa voltada à coleta seletiva e à destinação ambientalmente adequada de resíduos recicláveis nas unidades do Judiciário em Teresina. Durante a reunião, foram alinhados os fluxos de execução das atividades, estratégias para fortalecer a educação ambiental e medidas operacionais destinadas a ampliar os resultados da parceria.

 

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De acordo com a gestora do NUSA, Lanny Cléo Macêdo Quadros, a parceria fortalece não apenas as práticas de gestão socioambiental do Tribunal, mas também contribui diretamente para os indicadores de desempenho monitorados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).“A sustentabilidade institucional exige articulação, governança e participação coletiva. Parcerias como esta ampliam a capacidade de transformação ambiental do Poder Judiciário e fortalecem a cultura da responsabilidade socioambiental dentro e fora da instituição”, destacou.

Na ocasião, também foram definidas ações conjuntas para a programação da Semana do Meio Ambiente TJPI 2026, que será realizada entre os dias 8 e 12 de junho. Entre os destaques está o apoio da Equatorial Piauí à Gincana da Reciclagem, atividade institucional que integra a programação oficial da campanha ambiental do Tribunal e segue até a próxima semana.

NAMPar realiza mais um ciclo do Projeto MARÉ em Parnaíba

O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI), por meio do Núcleo de Apoio Multidisciplinar da Comarca de Parnaíba (NAMPar), realizou mais uma edição do Projeto MARÉ: Masculinidades em Reflexão, iniciativa voltada ao desenvolvimento de Grupos Reflexivos para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (GRHAV).

O terceiro ciclo do projeto ocorreu entre 2025 e 2026 e alcançou 100% de conclusão entre os participantes que iniciaram as atividades, reforçando o compromisso institucional do Poder Judiciário piauiense com ações de prevenção à violência doméstica e promoção de relações mais saudáveis e respeitosas. A iniciativa teve início em 2023 e atualmente está em seu terceiro ciclo, conduzido pelas servidoras do TJPI Gilmara Ferreira Vale, analista judiciária e assistente social, e Teresa Rachel Dias Pires, analista judiciária e psicóloga, com apoio da estagiária de Psicologia Amanda Maria Chaves de Alcântara.


O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou a importância de iniciativas voltadas à prevenção da violência doméstica e à promoção de reflexões sobre comportamentos e relações sociais. “O Projeto MARÉ representa um importante instrumento de conscientização e responsabilização, fortalecendo ações que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa, respeitosa e livre de violência”, afirmou.

O projeto é destinado a homens autores de violência doméstica e familiar contra a mulher que respondem a processos em tramitação na 1ª Vara Criminal da Comarca de Parnaíba e são encaminhados judicialmente para participação nos grupos reflexivos. Cada ciclo é composto por dez encontros semanais conduzidos por profissionais capacitados(as), abordando temas como masculinidades, desigualdade de gênero, Lei Maria da Penha, comunicação não violenta, responsabilização e prevenção da violência doméstica.

Entre os temas abordados nos encontros estiveram infância e masculinidades, cuidado e autocuidado, estereótipos de gênero, machismo, desigualdade de gênero, Lei Maria da Penha, comunicação não violenta e responsabilização, promovendo reflexões sobre os impactos da violência doméstica nas relações familiares e sociais e contribuindo para a desconstrução de práticas violentas.

 

 

A iniciativa encontra respaldo na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e na Recomendação nº 124/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais brasileiros a desenvolverem programas de reflexão e responsabilização voltados a autores de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Atualmente cadastrado sob o nº 617 no sistema CAPTEI, o Projeto MARÉ é o único grupo reflexivo desenvolvido no âmbito do Poder Judiciário Estadual com metodologia específica voltada à reflexão e responsabilização de homens autores de violência. O método utilizado prioriza a participação ativa dos integrantes em processos de reflexão crítica, responsabilização e transformação de atitudes, pensamentos e comportamentos.

 

Fonte/Créditos: TJPI

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Redação

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