
O presidente do Progressistas no Piauí, Joel Rodrigues, rebateu os ataques do presidente do Partido dos Trabalhadores, deputado estadual Fábio Novo, ao senador Ciro Nogueira nas redes sociais.
Fábio Novo fez uma série de acusações, sem provas, insinuando que o parlamentar, que é o presidente nacional do Progressistas, teria ligação com a operação policial deflagrada pela Polícia Civil do Piauí na semana passada.
Para Joel Rodrigues, Fábio Novo age desta maneira porque ainda não digeriu a derrota na eleição do ano passado, quando foi candidato a prefeito de Teresina e perdeu para Silvio Mendes, aliado de Ciro.
O presidente do Progressistas questiona o porquê do deputado não fazer os mesmos questionamentos quando houve, há um mês, uma operação policial que culminou na prisão do médico e empresário, amigo pessoal do governador Rafael Fonteles.

"Fábio Novo vê rabo de palha onde não existe e tenta acusar o senador Ciro Nogueira insinuações sem prova. Enquanto mira no adversário, ignora a sujeira que respinga no seu grupo e no governo que integra. Exemplo do silêncio seletivo: a prisão do médico Bruno Santos amigo do governador Rafael Fonteles pela PF na Operação OMNI, há cerca de um mês. Quando o caso respinga no Palácio de Karnak, o deputado finge que não viu. Fábio não superou a derrota eleitoral, na qual Ciro teve papel decisivo. Daí nasce a revolta: acusar sem provas, criar cortina de fumaça e tentar reescrever fatos. Política não é palco para ressentimento, é para coerência", defendeu Joel Rodrigues.
Ação na Justiça
No último dia 7 de novembro, o senador Ciro Nogueira (PP) acionou a Justiça contra o deputado estadual Fábio Novo (PT) por calúnia, injúria e difamação por tentar liga-lo ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo a ação, por ressentimento eleitoral, ainda consequência da derrotas nas irnas em 2022, Fábio Novo estaria se aproveitando da Operação Carbono Oculto 86, deflagrada no dia 5 de novembro, que desmantelou uma esquema bilonário de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no
Piauí, Maranhão e Tocantins, usando a venda de combustíveis.
Insinuações contra Ciro
Fábio Novo postou na rede social dele o seguinte comentário: “puxando o fio da meada! O piloto do avião com uma sacola de dinheiro do PCC
destinado ao senador! Nos 15 dias finais da eleição passada, pacotes irrigaram muitas eleições de candidatos a vereadores de Teresina! O irmão do senador compartilha o mesmo endereço dos postos lacrados. E segue o fio da meada. Seu pupilo, nomeado na Prefeitura, o que articulou? Que negócios fez? Ele recebe na sua conta dinheiro dos postos lacrados! Operação vaza! Ele deixa a pasta. O crime organizado desmantelado hoje no Piauí, sufocando a parte financeira e sem matar ninguém”, postou o presidente do PT no Piauí.
Fonte/Créditos: ASSESSORIA
Comentários: