O Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) realiza, entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, a III edição da Caravana TJPI: Justiça que Chega Junto, iniciativa que leva serviços do Poder Judiciário e de instituições parceiras a Campo Maior e região, ampliando o acesso à Justiça e à cidadania em diferentes regiões do Estado. Entre os dias 25 e 28 de agosto, a Caravana também percorrerá comunidades rurais dos municípios de São João do Arraial, Morro do Chapéu, Joca Marques e Esperantina, com atenção especial às comunidades de quebradeiras de coco.
A programação oficial começa na segunda-feira (24), às 9h, com a solenidade de abertura da III Caravana TJPI, no Fórum da Comarca de Campo Maior, localizado na Rua Aldenor Monteiro, no bairro Parque Zurique. Na sequência, será realizado o lançamento do livro e a abertura da Exposição Comemorativa pelos 190 anos da Comarca de Campo Maior, na Secretaria Municipal de Assistência Social, localizada na Rua Senador José Eusébio, no Centro. Já na quarta-feira (26), às 17h, a programação contará com um casamento comunitário, realizado na Praça Valdir Fortes, na Rua Dr. Moura, em Campo Maior.

Encerrando a programação urbana, na sexta-feira (28), às 9h, será realizada a instalação da Sala do Centro Judiciário de Resolução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) e da Sala do Núcleo Multiprofissional Regional, ambas no Fórum de Campo Maior. As novas estruturas ampliam a capacidade de atendimento e fortalecem a oferta de serviços do Judiciário na região.

Justiça nos Territórios
Integra a programação da III Caravana TJPI o projeto Justiça nos Territórios, metodologia de atuação territorializada do Judiciário piauiense voltada à aproximação do Sistema de Justiça com povos e comunidades tradicionais.
Para o presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, a Caravana representa uma mudança na lógica tradicional de acesso à Justiça, ao fazer com que o Judiciário ultrapasse os limites dos fóruns e esteja presente nos próprios territórios. A iniciativa também permite conhecer de perto as realidades locais e construir respostas mais adequadas às necessidades de cada comunidade.
Fonte/Créditos: TJ-PI
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