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Guarda municipal é preso depois de executar a ex-mulher e vereador no Centro de Teresina

Suspeito foi preso no bairro Parque Piauí, na zona Sul de Teresina, em ação integrada das polícia Civil e Militar

Guarda municipal é preso depois de executar a ex-mulher e vereador no Centro de Teresina
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A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí, realizou, na tarde desta quarta-feira (27), a prisão do guarda municipal de Parnaíba,  Francisco Fernando de Oliveira Costa, 38 anos, que executou a tiros, pelas costas, o vereador Thiciano Ribeiro, e a ex-chefe da Guarda Civil Municipal do município de Parnaíba, Penélope de Brito. O crime aconteceu no Centro de Teresina e foi registrados por câmeras de segurança.

O suspeito foi capturado horas após o crime, no bairro Parque Piauí, na zona sul da capital, em uma ação integrada entre a Inteligência da Polícia Civil, Polícia Militar e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

“Recebemos com muita tristeza a notícia dos assassinatos, ocorridos nesta manhã. O principal suspeito desse crime brutal foi devidamente preso pelas forças de segurança do Estado do Piauí horas após o fato”, comentou o governador Rafael Fonteles em suas redes sociais.

De acordo com o diretor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, delegado Anchieta Nery, a captura do acusado ocorreu graças ao trabalho integrado entre a Polícia Civil (PC-PI) e a Polícia Militar (PM-PI), que conseguiram cercar a cidade e localizá-lo em menos de uma hora. O delegado destacou que, apesar de o autor ter cogitado fugir, havia elementos que indicavam que ele ainda estava em Teresina. Após o crime, o suspeito passou por casas de familiares, se despedindo e tentando reunir recursos, mas foi interceptado pelas forças de segurança.

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“O autor não tinha antecedentes criminais, possuía emprego fixo até o dia do crime e agiu em uma situação passional, causando a destruição de três famílias: a das vítimas e a própria. Ele foi encontrado com uma das armas, outras duas estão sendo rastreadas, e uma delas já foi identificada como a utilizada no crime, apreendida pelo DHPP”, explicou o delegado.

Anchieta Nery, ressaltou que não há confirmação de que a vítima, Penélope Brito, tenha recebido ameaças antes do crime, mas reforçou o alerta para que mulheres que se sintam ameaçadas procurem ajuda por meio dos canais da polícia, como o BO Fácil, o WhatsApp da Polícia Civil, o “Ei, Mermã, Não Se Cale”, o 190 ou diretamente a Casa da Mulher Brasileira. Ele destacou que em 83% dos casos de feminicídio no ano passado as vítimas nunca haviam registrado boletim de ocorrência.

Por fim, o delegado frisou que as circunstâncias e qualificadoras do crime ainda estão sendo investigadas, e só ao término do inquérito será possível detalhar o enquadramento jurídico do caso.

“Essa prisão evidência o empenho das equipes de inteligência e operacionais, ressaltando que a rápida resposta do Estado, embora não reverta a tragédia, traz um retorno à sociedade e demonstra o compromisso da segurança pública em combater a violência”, pontuou Anchieta Nery.

O coordenador do DHPP, delegado Francisco Costa “Baretta” destacou que a investigação ainda está em suas primeiras horas e que o inquérito policial terá dez dias para ser concluído.

“Reunimos todos os elementos, exames periciais e a radiografia completa do caso. A vítima havia se separado do suspeito em março deste ano, fato que reforça a motivação passional e a possibilidade de enquadramento como feminicídio. A resposta do Estado foi dada de maneira eficiente e eficaz”, finalizou o coordenador.

“Reunimos todos os elementos, exames periciais e a radiografia completa do caso. A vítima havia se separado do suspeito em março deste ano, fato que reforça a motivação passional e a possibilidade de enquadramento como feminicídio. A resposta do Estado foi dada de maneira eficiente e eficaz”, finalizou o coordenador.

 

Fonte/Créditos: REDAÇÃO/SSP-PI

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Paulo Pincel

Publicado por:

Paulo Pincel

Jornalista, criador de conteúdo

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