O Pix, sistema de pagamentos instantâneos que facilita transferências no Brasil, também se tornou alvo de criminosos. Só entre janeiro e setembro do ano passado, foram registradas 28 milhões de fraudes, uma média de um golpe por segundo, segundo dados da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor.
Estima-se que oito em cada dez brasileiros utilizem o Pix para pagamentos e serviços. A facilidade do sistema, porém, atrai golpistas que exploram a confiança das vítimas, muitas vezes exigindo atenção redobrada em transações de alto valor.
Segundo advogados especializados em direito digital, é essencial checar se a transferência foi realmente efetuada antes de liberar produtos ou serviços:
- Confirme no aplicativo do banco se o dinheiro entrou na conta;
- Evite confiar apenas em comprovantes enviados pelo celular;
- Espere a confirmação do crédito antes de concluir a venda ou serviço.
Fonte/Créditos: SBT News
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