
Lula e Flávio Bolsonaro seguem na frente, segundo a pesquisa Datafolha de julho
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A nova Pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (24) pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto (no cenário de 1º turno), oito pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 32%.
Na pesquisa anterior, de 20 de junho, o presidente Lula tinha 41%, e o senador, 31%. O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa está registrada no TSE com o número BR-01166/2026.
1º turno:
- Lula (PT): 40% (eram 41% em junho);
- Flávio Bolsonaro (PL): 32% (eram 31%)
- Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 3%);
- Romeu Zema (Novo): 3% (eram 2%);
- Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%);
- Augusto Cury (Avante): 2% (eram 2%);
- Samara Martins (UP): 1% (eram 2%);
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 1% (eram 1%);
- Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (eram 1%);
- Hertz Dias (PSTU): Não pontuou (antes, não pontuou);
- Edmilson Costa (PCB): Não pontuou (antes, não pontuou);
- Leonardo Avalanche (PRTB): Não pontuou (antes, não foi testado);
- Brancos/nulos: 8% (eram 7%); Não sabe: 3% (eram 4%).
2º turno:
- Lula (PT): 48% (eram 47% em junho);
- Flávio Bolsonaro (PL): 43% (eram 43% em junho)
O Datafolha testou em julho cenários de segundo turno de Lula também contra Caiado e contra Zema. O presidente venceria Caiado por 47% a 40% e Zema por 48% a 40%.
Rejeição:
- Flávio Bolsonaro (PL): 48% (eram 48% em junho);
- Lula (PT): 46% (eram 46%);
- Romeu Zema (Novo): 13% (eram 17%);
- Ronaldo Caiado (PSD): 12% (eram 14%);
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 12% (eram 14%);
- Renan Santos (Missão): 12% (eram 12%);
- Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 12%);
- Samara Martins (UP): 9% (eram 10%);
- Edmilson Costa (PCB): 8% (eram 8%);
- Augusto Cury (Avante): 7% (eram 9%);
- Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%);
- Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 1% (eram 2%);
- Rejeita todos/não vota em nenhum: 2% (era 1%);
- Não sabem: 3% (eram 3%).
Fonte/Créditos: Folha de São Paulo
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