O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão domiciliar do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente já estava submetido, por ordem de Moraes, a uma série de medidas cautelares.
As medidas iniciais incluem a proibição de se ausentar do país, com uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar no período noturno (das 19h às 6h) e nos fins de semana.
A proibição de uso de redes sociais por Moraes deixava claro que não seriam permitidas transmissões, retransmissões, veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer plataforma de redes sociais, nem o uso desses meios para burlar a medida, sob pena de imediata revogação e decretação da prisão.
Na decisão que determina a prisão domiciliar do ex-presidente, Moraes argumenta que houve o descumprimento de medidas cautelares que haviam sido estipuladas anteriormente.
O estopim para a preventiva foi a participação de Bolsonaro, via telefone, de uma manifestação bolsonarista realizada no último domingo (3/8) no Rio de Janeiro.
“A Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder polpitico e econômico. A Justiça é igual para todos. O Réu que descumpre deliberadamente as medidas cautelares-pela segunda vez0 deve sofrer as consequências”, diz a decisão de Moraes.
Fonte/Créditos: Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): REPRODUÇÃO
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