Notícias politicas precisas e verdadeiras

MENU

Notícias / CÂMARA DOS DEPUTADOS

Projeto de lei cria o Viva – Programa Nacional de Defesa Pessoal para Mulheres

Objetivo é oferecer cursos de defesa pessoal e artes marciais às mulheres por meio de convênios com academias

Projeto de lei cria o Viva – Programa Nacional de Defesa Pessoal para Mulheres
A-
A+
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

Qual a melhor luta para defesa pessoal feminina? Veja as dicas do professor  Dionésio Mariosi | Portal Pinzón

Tramita na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 785/26 que cria o Viva – Programa Nacional de Defesa Pessoal para Mulheres, para oferecer cursos de defesa pessoal e artes marciais às mulheres por meio de convênios com academias e centros de treinamento, além de aulas em espaços comunitários ministradas por profissionais especializados.

Pelo texto, o programa terá como diretrizes oferecer treinamento em defesa pessoal, ampliar o acesso das mulheres a academias de artes marciais e centros de treinamento, promover campanhas educativas sobre violência doméstica, violência de gênero e violência urbana, bem como incentivar a inclusão social e fortalecer a autonomia feminina.

O projeto também autoriza a celebração de parcerias entre poder público, organizações da sociedade civil e empresas.

Leia Também:

 

 
Outorga da Medalha do Mérito Evangélico. Dep. Raimundo Santos (PSD-PA)
Deputado Raimundo Santos, autor da proposta
Foto:  Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados


Na opinião do autor, deputado Raimundo Santos (PSD-PA), o investimento em capacitação e conscientização pode contribuir para interromper ciclos de violência.

"O programa surge como iniciativa voltada à promoção da capacitação, da autonomia e do fortalecimento das mulheres, preparando-as para a defesa pessoal e para a prevenção da violência doméstica e familiar, bem como do feminicídio", afirma o deputado.

Autodefesa: Parintins recebe Curso de Defesa Pessoal Feminina

Próximos passos
O PL 785/26 tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

 

Fonte/Créditos: Agência Câmara de Notícias

Comentários:

Redação

Publicado por:

Redação

Saiba Mais

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!