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Não sofra assédio no Tribunal de Justiça: utilize o sinal de denúncia

O sinal - a letra A do alfabeto de Libras - facilita a identificação de situações de assédio moral, sexual ou discriminação

Não sofra assédio no Tribunal de Justiça: utilize o sinal de denúncia
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Reafirmando o compromisso com a promoção de um ambiente de trabalho seguro, respeitoso e livre de qualquer forma de violência, o Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) reforça a importância do uso do sinal visual de denúncia contra o assédio, uma ferramenta simples, discreta e eficaz para apoiar vítimas e fortalecer a cultura de prevenção no âmbito do Judiciário piauiense.

Criado como parte da campanha Assédio Não Tem Desculpa!, o sinal foi desenvolvido a partir da letra A do alfabeto da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e tem como objetivo facilitar a identificação de situações de assédio moral, sexual ou discriminação, permitindo que a vítima manifeste, de forma segura, a necessidade de ajuda e orientação.

 

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O símbolo foi criado em parceria com estudantes surdos do Instituto Federal do Piauí (IFPI), fortalecendo o caráter inclusivo e educativo da ação, representando não apenas um instrumento de denúncia, mas também um compromisso institucional com a escuta, o acolhimento e a proteção das pessoas que vivenciam situações de violência no ambiente de trabalho.

 

“O Poder Judiciário do Piauí vem estimulando magistrados(as), servidores(as), estagiários(as) e colaboradores(as) a conhecer e divulgar o sinal, ampliando a rede de apoio e incentivando uma postura ativa no enfrentamento ao assédio. Ao reconhecer o gesto, a orientação é que a pessoa ofereça acolhimento, preserve a confidencialidade e direcione a vítima aos canais institucionais de atendimento”, declarou a desembargadora Lucicleide Pereira Belo, presidente da Comissão Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Assédio Sexual e à Discriminação (CPEAD) do TJPI.

 

O Tribunal mantém estruturas específicas para o recebimento de relatos e a adoção das providências necessárias, por meio da CPEAD, assegurando tratamento adequado, sigiloso e humanizado às demandas.

 

Fonte/Créditos: TJPI

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Redação

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