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“É revoltante culpar a cultura, a família e até a igreja pela violência contra a mulher"

Pré-candidata Margarete Coelho criticou a fala do secretário Chico Lucas sobre a incitação à violência

“É revoltante culpar a cultura, a família e até a igreja pela violência contra a mulher
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A declaração feita pelo secretário de Segurança Pública do Piauí, Chico Lucas, durante entrevista à imprensa no fim de semana, provocou forte repercussão no meio político e social do estado. 

Ao comentar os altos índices de violência doméstica, o secretário afirmou que fatores culturais, familiares e até religiosos estariam entre os elementos que incentivam esse tipo de crime, incluindo a igreja em suas observações.

A fala foi duramente criticada pela pré-candidata ao Governo do Estado, Margarete Coelho, que publicou um vídeo nas redes sociais rebatendo a postura do gestor e cobrando uma retratação pública. Segundo Margarete, atribuir à igreja, à família e à cultura a responsabilidade pela violência contra a mulher representa uma tentativa de transferir para a sociedade uma obrigação que, segundo ela, é do Estado.

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“É revoltante culpar a cultura, a família e até a igreja pela violência contra a mulher. Isso é fugir da própria responsabilidade”, afirmou. Margarete destacou ainda sua trajetória de defesa dos direitos das mulheres e disse falar com propriedade sobre o tema por ser mulher e mãe de duas filhas.

No vídeo, a pré-candidata argumenta que o enfrentamento à violência doméstica deve ser feito por meio de políticas públicas efetivas, como o funcionamento adequado de delegacias especializadas, criação e manutenção de abrigos, campanhas educativas, punição rigorosa aos agressores e oportunidades para que as vítimas reconstruam suas vidas. Para ela, o discurso do secretário sugere que “o problema é da sociedade, não do Estado”, o que classificou como inaceitável.

Fonte/Créditos: Assessoria

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Redação

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