
A Polícia Federal montou uma operação nacional para fazer a segurança dos candidatos à Presidência da República durante as eleições de 2026. A estrutura poderá atender simultaneamente até dez candidaturas e contará com até 458 servidores, entre agentes de proteção, equipes de inteligência e logística. A operação poderá ser acionada a partir de 20 de julho, após a homologação das candidaturas e mediante solicitação das campanhas.
Segundo a PF, cada candidato terá um plano de segurança elaborado com base em análises de risco. O efetivo e os recursos empregados serão definidos de acordo com o histórico de ameaças, as características dos eventos e as condições de segurança de cada agenda. A corporação afirma que todas as candidaturas receberão tratamento isonômico, mas não divulgará a classificação de risco nem o tamanho das equipes.
A operação prevê o uso de veículos blindados, equipamentos antidrone, reconhecimento facial, monitoramento de ameaças digitais e kits para vistorias antibombas.
Em Brasília, uma Sala Nacional de Comando e Controle acompanhará, em tempo real, o deslocamento das equipes e as agendas de campanha.
Ao todo, cerca de R$ 95 milhões foram destinados à operação. Os recursos serão usados na mobilização de servidores, contratação de serviços e aquisição de equipamentos.
Caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirme candidatura à reeleição, sua segurança continuará sendo realizada em conjunto pela Polícia Federal e pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Fonte/Créditos: SBT News
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