"Netanyahu, vá para o inferno!". Eu grito agora aqui em casa. Porque combater o mal e todos os criminosos que representam a guerra, a morte de inocentes, é dever de todos e todas. No Piauí, na China. Os países se unem contra ao poder assassino, a opressão, as bombas. A sanha assassina, liderada pelo monstro ianque, que mata crianças, homens, mulheres, idosos, inocentes em várias partes do mundo. As reações acontecem nos Estados Unidos, em Israel, na Rússia... e você, que apoia quem apoia a arma, a bomba, o Trump e outros pensando em trazer esse mal para o Brasil.
A polícia prendeu pelo menos 30 pessoas, incluindo atores e políticos, durante um protesto realizado nesta quinta-feira (24) em frente à sede das Nações Unidas contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, antes de seu discurso na Assembleia Geral.
A atriz vencedora do Oscar Susan Sarandon, a vencedora do Emmy Hannah Einbinder, a andidata democrata ao Congresso Darializa Avila Chevalier e o vereador de Nova York Chi Osse estão entre os detidos.
"O que está sendo feito em Gaza - a destruição de uma sociedade inteira, em nosso nome e com o dinheiro dos nossos impostos - é algo contra o qual temos a responsabilidade de nos manifestar; Netanyahu não tem o direito de usar a tribuna das Nações Unidas para justificar essas atrocidades", disse Manijeh Moradian, professora universitária de 50 anos e ascendência iraniana e judaica, que participou do protesto.
Na Assembleia Geral, Netanyahu defendeu as ações de Israel na região, tentando combater o crescente isolamento internacional antes de eleições que ele corre o risco de perder, enquanto dezenas de delegados deixavam o plenário.
A manifestação foi organizada pela Jewish Voice for Peace (Voz Judaica pela Paz), um grupo ativista judaico que apoia os palestinos. Cerca de 200 pessoas se reuniram em frente à ONU vestindo camisetas brancas idênticas com as frases estampadas: "Financiem pessoas, não bombas", "Não à guerra" e "Palestina livre". O grupo bloqueou o trânsito, e a polícia ordenou, por meio de alto-falantes, que se retirassem.
Algumas pessoas foram para as calçadas, mas o núcleo do grupo de manifestantes permaneceu sentado no asfalto, continuando a gritar palavras de ordem contra Netanyahu enquanto policiais, que chegaram de bicicleta, os cercavam.
Um a um, os policiais retiravam manifestantes do grupo, amarravam suas mãos nas costas com abraçadeiras de plástico e os escoltavam até ônibus da polícia. Os ativistas continuavam gritando "Netanyahu, vá para o inferno" do lado de fora dos ônibus.
Fonte/Créditos: Maria Tsvetkova/Reuters
Créditos (Imagem de capa): Reuters/Shannon Stapleton
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