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Vice-presidente da Alepi defende o combate à violência contra a mulher

Francisco Limma destacou que o Brasil registrou 1.528 feminicídios em 2025

Vice-presidente da Alepi defende o combate à violência contra a mulher
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O deputado Francisco Limma (PT) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), na sessão plenária desta terça-feira (10), para defender a ampliação e o fortalecimento de medidas de proteção às mulheres.

Limma destacou que o Brasil registrou 1.528 feminicídios em 2025: “Na prática, isso significa que uma mulher foi assassinada a cada cinco horas no país apenas por ser mulher”, afirmou.

O orador, observando dados de 2025 referentes ao Piauí, contou que foram 379 mulheres vítimas de diferentes formas de violência. O vice-presidente da Casa citou o relatório Elas Vivem: a urgência da vida, divulgado pela Rede de Observatórios da Segurança, em que se registra “aumento de 17,6% nos eventos de violência contra mulheres no estado e alta de 4,8% nas mortes, que incluem homicídios e feminicídios”.

O parlamentar defendeu que o Estado deve agir com firmeza e citou o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio – uma união entre Executivo, Legislativo e Judiciário – e que, em apenas uma semana, prendeu mais de 5 mil agressores. “Esse número mostra que quando o Estado atua de forma coordenada é possível avançar no enfrentamento à violência”, disse.

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Diversas ações de sucesso do Governo do Piauí foram destacadas por Limma, como a expansão dos Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs) nos municípios. “Em 2025 foram criados 37 novos organismos, elevando o total para 79 estruturas municipais, e em 2026 o número chegou a 81, fortalecendo a presença institucional e a articulação local de ações de prevenção, acolhimento e promoção de direitos”, explicou.

Francisco Limma finalizou seu discurso afirmando que “defender a vida das mulheres é uma responsabilidade coletiva e não é uma pauta ideológica. É um compromisso com a justiça, com a dignidade humana e com o futuro do Brasil” e que esse é um compromisso com o futuro do Piauí.

Fonte/Créditos: Alepi

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