O governador Rafael Fonteles, candidato à reeleição, aposta na consolidação do Porto Piauí como um dos principais caminhos para reduzir custos logísticos, aumentar a competitividade da produção e atrair novos investimentos para o estado. A estratégia integra o Plano de Governo para 2027–2030, que prevê ampliar a infraestrutura logística e conectar cada vez mais a produção piauiense aos mercados nacional e internacional.
“O Porto Piauí é realmente um divisor de águas. Uma indústria daqui que antes recebia sua mercadoria via Porto de Santos, Pecém ou Suape vai poder ter um frete rodoviário menor. Para os exportadores, o ganho é ainda maior, porque passamos a ter a exportação no próprio território. Quando você considera o frete rodoviário, a despesa portuária e o frete oceânico, essa logística tende a ser muito mais barata”, destaca Rafael Fonteles.
A primeira etapa do Porto, localizado no município de Luís Correia, foi concluída durante a atual gestão, com dragagem, pátios e infraestrutura operacional. A estrutura já iniciou sua fase operacional com a exportação para a China de minério de ferro extraído em Piripiri. A movimentação de cargas deve avançar ainda em 2026: a Companhia Porto Piauí já possui acordo para o embarque de milho e sorgo produzidos no Cerrado piauiense, com continuidade das operações prevista para 2027, 2028 e 2029.
A estratégia para os próximos quatro anos é ampliar e diversificar as operações. O Plano de Governo estabelece como meta consolidar os terminais de minério de ferro, grãos, contêineres e pescados do Porto Piauí. A expansão busca aproveitar as diferentes vocações produtivas do estado e oferecer uma estrutura logística cada vez mais eficiente para produtores, importadores e exportadores piauienses.
Para Rafael Fonteles, a consolidação do complexo ocorrerá de forma gradual e permitirá operações cada vez mais adaptadas às necessidades da economia estadual.
“O Porto Piauí, justamente por ser um porto novo, poderá ser muito melhor customizado para as operações piauienses. A operação do minério de ferro, da soja, milho e sorgo e dos contêineres para produtores e importadores locais tende a ser cada vez mais eficiente com o passar do tempo”, finaliza.
Fonte/Créditos: Assessorias
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