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Ministro Dias Toffoli autoriza busca e apreensão na 13ª Vara Federal onde se originou a Lava Jato

A ordem é para recolher documentos insistentemente solicitados pelo Supremo, mas não encaminhados

Ministro Dias Toffoli autoriza busca e apreensão na 13ª Vara Federal onde se originou a Lava Jato
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Brasília (DF), 19/02/2025 - Ministro Dias Toffoli na sessão plenária do STF. Foto: Rosinei Coutinho/STF
© Rosinei Coutinho/STF
Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem nesta manhã (3) na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde se originou a Lava Jato, para cumprir mandado de busca e apreensão de documentos ligados a casos anteriores à operação.

A diligência foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator de uma investigação sobre supostas irregularidades na condução de casos criminais pela Justiça Federal do Paraná. Um dos alvos é o senador Sérgio Moro (União-PR), antigo juiz titular da vara responsável pela Lava Jato.

A ordem é para que sejam recolhidos documentos insistentemente solicitados pelo Supremo, mas que ainda não foram encaminhados.

 

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Brasília (DF) 18/05/2023 Senador Sérgio Moro foi juiz titular da Vara Federal em Curitiba   Foto-arquivo: Lula Marques/ Agência Brasil. - Lula Marques/ Agência Brasil

Inquérito

O inquérito sigiloso foi aberto no ano passado a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), após apurações da Polícia Federal (PF) terem apontado a necessidade de aprofundar as investigações sobre declarações do empresário e ex-deputado estadual do Paraná Antônio Celso Garcia, conhecido como Tony Garcia. 

O caso remonta a um acordo de colaboração premiada firmado em 2004 por Garcia, após ele ser preso pela PF sob a acusação de gestão fraudulenta do Consórcio Nacional Garibaldi, em processo anterior à Lava Jato. Ele acusa Moro de intimidá-lo a gravar investigados e “trabalhar” para obter provas contra políticos e outras figuras proeminentes.

Em nota divulgada quando o inquérito foi aberto, Moro negou “qualquer irregularidade no processo de quase vinte anos atrás”. O parlamentar chamou de “fantasioso” o relato de Garcia. A Agência Brasil tenta contato com o senador para novo comentário. A Justiça Federa do Paraná disse que não vai se manifestar.

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Fonte/Créditos: AGÊNCIA BRASIL

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