O deputado federal Júlio Arcoverde (PP-PI) foi um dos parlamentares que articulou a derrubada do aumento do IOF, proposto pelo Governo Federal. A proposta foi rejeitada pelo Plenário da Câmara, na noite de quarta-feira (25), por 383 votos contra e 98 a favor.
Para Júlio Arcoverde, elevar impostos sobre cartão, empréstimos e câmbio só agravaria o custo de vida das famílias e travaria o pequeno empreendedor.
“Não se resolve desequilíbrio fiscal colocando mais peso no bolso de quem produz. Antes de falar em aumentar a carga tributária, é preciso cortar gastos e rever prioridades”, ensina.
R$ 380 milhões a mais em quatro anos
Enquanto votou pela derrubada do decreto que aumentou a alíquota do IOF, alegando o corte de gastos do governo, o Congresso aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023 que amplia de 513 para 531 o número de cadeiras na Câmara dos Deputados a partir das eleições do ano que vem.
Além de alterar o tamanho das bancadas estaduais, o Congresso aumentou a conta já elevadíssima, paga pelos brasileiros, em R$ 10 milhões, usados para pagar salários aos 18 novos deputados federais e mais R$ 85 milhões a serem gastos pelos estados em um ‘efeito cascata’ causado nas assembleias legislativas com a aprovação do PL.
Durante os quatro anos de mandato parlamentar, o projeto aprovado custará 380 milhões de reais aos cofres públicos.
Fonte/Créditos: ASSESSORIA
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