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Deputado voltar a criticar o aumento abusivo dos preços dos combustíveis

“Não sou contra empresários, mas temos que fiscalizar os abusos que possam existir”, afrmou Gessivaldo Isaías

Deputado voltar a criticar o aumento abusivo dos preços dos combustíveis
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Gessivaldo Isaías retoma crítica a aumento abusivo e não descarta CPI dos combustíveis


Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), o deputado Gessivaldo Isaías (MDB) voltou a criticar alta dos preços do diesel e da gasolina. Para o parlamentar, a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã não justificaria a rapidez da crescente dos valores dos combustíveis no Piauí.  O deputado destacou ainda que, se forem detectadas irregularidades durante a audiência pública, será dado início ao pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. “Não sou contra empresários, mas temos que fiscalizar os abusos que possam existir”, afrmou o deputado.


PF faz operação 'Cartel Zero' em postos de combustíveis de Manaus | G1


Vem Diesel

Uma ação nacional coordenada pela Polícia Federal mobiliza equipes nesta sexta-feira, 27, para fiscalizar postos de combustíveis no Distrito Federal, no Ceará e em outros 11 estados, e apurar possíveis irregularidades na formação de preços. A iniciativa ocorre em meio ao impacto das tensões no Oriente Médio, que vêm influenciando o mercado internacional de petróleo.  A operação, batizada de “Vem Diesel”, conta com a participação da Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Também integram a força-tarefa órgãos de defesa do consumidor nos estados, como os Procons.

Além do Ceará e no DF, a operação ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Tocantins e Goiás. O objetivo principal é identificar práticas consideradas abusivas, como aumentos injustificados nos preços cobrados nas bombas, possível combinação de valores entre empresas concorrentes e outras condutas que prejudiquem diretamente o consumidor final.

Pagando o pato

Gessivaldo, que já havia se manifestado a respeito do reajuste de preço afirmou chamar atenção o fato da guerra ter começado e a gasolina logo sair de R$ 5,80 para R$ 6,60.  "Ela iniciou há uns dois meses e o litro do diesel está R$ 7,99. As distribuidoras ainda tinham combustível em estoque. No entanto, o consumidor, lado mais frágil da história, está pagando caro por um combustível que ainda não está caro para eles [distribuidora e postos]”, asseverou.

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Na oportunidade, o deputado reiterou a necessidade da realização de audiência pública junto à Comissão dos Direitos do Consumidor e Meio Ambiente (CDCMA) para ouvir representantes de distribuidoras e postos de combustíveis, além de reunir órgãos fiscalizadores, a fim de identificar a partir de onde está surgindo o aumento dos preços. A preocupação é que o efeito cascata impacte ainda mais nos preços dos alimentos, uma vez que o transporte fica mais caro.


“O quilo de tomate que custava R$ 4,50, antes do combustível aumentar, hoje está custando R$ 12 em alguns mercados. O quilo de arroz dobrou. As pessoas até falam ‘não tenho carro, não tenho moto, não ligo se o combustível sobe ou não’. Mas há o efeito cascata. Entendo que a guerra vai começar a impactar. Mas quando chegar, se chegar, o diesel vai chegar a R$ 15 e a gasolina a R$ 12. Como você vai comprar arroz, feijão, carne, ovos com um salário mínimo de R$ 1,5 mil?”, questionou Gessivaldo Isaías.

Fonte/Créditos: Alepi

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