A Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa do Piauí definiu, em reunião nesta quarta-feira (24), o cronograma de apreciação da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO 2027. O presidente da comissão, deputado Franzé Silva (PT), estabeleceu que o primeiro evento da agenda é a audiência pública, que está marcada para a próxima quarta-feira (1º de julho). A votação do relatório do projeto encaminhado pelo Governo do Estado na comissão está prevista para o dia 15 de julho.
O relator deu detalhes da programação: "O Poder Executivo, através da Secretaria de Planejamento e da Secretaria de Fazenda, estará presente para abrir esse debate. Um debate que é estabelecido pela própria Lei de Responsabilidade Fiscal e que a Assembleia cumpre à risca todos os anos [...] É importante que toda a sociedade esteja participando desse momento, porque é o momento em que se prepara o orçamento de 2027".
Comissão de Administração aprova matéria sobre segurança de vigilantes
Em reunião nesta quarta-feira (24), a Comissão de Administração Pública e Política Social (CAPPS) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) aprovou Projeto de Lei Ordinária que proíbe constrangimento, intimidação ou embaraço a vigilantes no exercício de suas funções.
O PLO é do deputado Warton Lacerda (PT), que obteve parecer favorável do relator, Dr. Vinícius (PT). No texto legal, o parlamentar destacou que os profissionais estão frequentemente expostos a situações de risco, tensão e hostilidade, podendo ser alvos de ofensas e ameaças.
Também foi aprovado Projeto de Lei Ordinária do Governo (PLOG) que estabelece a reserva de vagas de empregos referentes a contratos administrativos firmados pelo Estado do Piauí em benefício de pessoas em cumprimento de livramento condicional e egressos do sistema prisional estadual.
Conforme o PLOG, empresas contratadas pelo Poder Público, no desempenho das funções administrativas, deverão reservar vagas, nos contratos cuja execução exija a partir de 25 trabalhadores, em percentual mínimo de 5%, distribuídas entre pessoas egressas do sistema prisional, em livramento condicional e privadas de liberdade em regime semiaberto ou aberto. Já nos contratos cuja execução necessite entre seis e 24 trabalhadores, deverá ser reservada, no mínimo, uma vaga. Caso a execução do contrato necessite de cinco ou menos trabalhadores, a reserva de vagas será facultativa.
Com a aprovação, as matérias seguem para votação em Plenário.
Fonte/Créditos: Alepi
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