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TCE-PI adere ao programa que interliga órgãos à rede pública de água e esgoto

O TCE-PI é o primeiro órgão do Centro Administrativo a aderir ao movimento Saneamento Salva

TCE-PI adere ao programa que interliga órgãos à rede pública de água e esgoto
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O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), conselheiro Kennedy Barros, anunciou nesta terça-feira que a instituição vai liderar um movimento para que todos os órgãos públicos do Piauí estejam interligados à rede de esgotamento sanitário que vem sendo implantada pelas empresas concessionárias de água e esgoto Águas de Teresina e Águas do Piauí. O TCE-PI é o primeiro órgão do Centro Administrativo a aderir ao movimento Saneamento Salva e passou a ser atendido pela rede pública de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

“Vou notificar todos os órgãos públicos do Piauí para o uso da rede de esgoto. O TCE-PI quer saber quais os que já estão ligados e se não estão por quais razões. Vamos fazer esse movimento, pois saneamento é vida, evita gastos com saúde, com medicamentos. O TCE não só quer estar à frente, mas sendo o pioneiro no Centro Administrativo com a ligação de seus quatro prédios à rede sanitária implantada pela Águas de Teresina. E vamos alertar que essa ligação não é facultativa, é obrigação, é lei a que todas as entidades e pessoas estão sujeitas”.

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O anúncio foi comunicado à diretora-presidente da concessionária, Lucilaine Medeiros, durante uma solenidade realizada na Escola de Gestão e Controle para marcar a adesão, quando o TCE-PI recebeu o Selo de Qualidade da Águas de Teresina por ter 100% dos serviços de água e esgoto conectados ao sistema. Na ocasião, o secretário de Administração do Estado, Samuel Nascimento, anunciou a construção da “praça da água”, para ajudar na preservação da lagoa do Centro Administrativo, cuja origem é um olho d`água em uma residência particular.

Também estavam presentes o secretário de Turismo Daniel Oliveira; o diretor da Arsete Édson Melo; a diretora da Agerpi Taís Araripe, a secretária geral da Procuradoria de Justiça Everângela Barros, o diretor da Águas de Teresina, Rodrigo Lacerda e o procurador-geral do MPC Leandro Maciel do Nascimento, dentre outras autoridades.

Para viabilizar a ligação dos prédios do Tribunal (Sede, Anexo I, II e III) ao sistema público, a Águas de Teresina implementou 235 metros de novas rede coletora de esgoto, construiu seis poços de visita e realizou as conexões necessárias à Estação Elevatória M2, responsável por encaminhar os efluentes para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Pirajá. O investimento total foi de aproximadamente R$ 120 mil.

A execução utilizou o método não destrutivo, técnica que permite a instalação das tubulações com escavações reduzidas, diminuindo impactos no trânsito, nas calçadas e na infraestrutura urbana da região.

A adesão integra definitivamente os prédios do Tribunal aos sistemas públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Teresina. Antes, o órgão utilizava água de poço e não era atendido pela rede de coleta e tratamento de esgoto. Agora, passa a contar com água tratada e com a destinação adequada dos efluentes para tratamento, contribuindo para a saúde pública e a preservação ambiental.

“A iniciativa simboliza o engajamento do órgão no movimento Saneamento Salva, reconhecendo na prática a importância do acesso ao saneamento básico como vetor de qualidade de vida, saúde e desenvolvimento”, destacou a diretora-presidente da Águas de Teresina, Lucilaine Medeiros. Ela ressaltou que desde que iniciou os trabalhos, a concessionária já investiu R$ 1,4 bilhão na rede de água e esgoto e lembrou que não basta ter essa rede disponível, é preciso que existam as ligações para que o marco regulatório de 99% do saneamento seja atingido em 2033. “O TCE lidera não só pelo exemplo, mas por sua preocupação com o meio ambiente, com a saúde, com a qualidade de vida”, lembrou.

Sobre o Saneamento Salva

Lançado em Teresina pelo Instituto Aegea, o movimento Saneamento Salva busca mobilizar a sociedade em torno da universalização do saneamento básico. A iniciativa reúne órgãos públicos, instituições privadas e entidades sociais para ampliar a conscientização sobre os impactos do saneamento na saúde, na educação, na qualidade de vida e no desenvolvimento econômico.

Dados nacionais mostram a urgência do tema. Em 2024, o Brasil registrou mais de 344 mil internações por doenças relacionadas à falta de saneamento adequado, enquanto 46,3% dos domicílios brasileiros ainda convivem com algum tipo de privação de acesso aos serviços básicos.

     

Fonte/Créditos: TCE-PI

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Redação

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