O deputado Francisco Limma (PT), durante a sessão plenária desta terça-feira (22) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), destacou que o Passe Livre Intermunicipal, direito garantido às pessoas com deficiência, segundo o governo do estado, já conta com 110 rotas para agendamento digital. O parlamentar explicou que o beneficiário pode consultar rota, escolher dia e horário e receber o bilhete pelo celular.
O parlamentar contou que a nova medida evita deslocamentos e traz mais segurança aos beneficiários. “É uma mudança que parece simples, mas que faz diferença na vida das pessoas, sobretudo das que são portadoras de algum tipo de deficiência. Inclusão também significa retirar barreiras, facilitar o acesso ao direito e garantir mais autonomia para quem precisa do serviço público”, disse.
O deputado, ainda no momento para os pequenos avisos, lembrou que o comparecimento às urnas poderá ser utilizado automaticamente como prova de vida aos aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS. “É uma medida que simplifica um procedimento que faz parte da rotina de milhões de brasileiros e brasileiras, principalmente idosos. Atualmente, cerca de 40 milhões de pessoas recebem benefícios previdenciários ou assistenciais do INSS”, afirmou.
Já o deputado Henrique Pires (MDB) utilizou a palavra para criticar a atuação da Águas do Piauí, concessionária responsável por serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no estado, nos municípios do interior. Ao relatar as visitas realizadas durante o último final de semana, o parlamentar apontou problemas em Esperantina e Pajeú do Piauí.
“Trago um apelo para a Águas do Piauí sobre o esgoto em Esperantina. Desde 2015, clamamos por melhoras no Conjunto Alecrim. Sobre Pajeú, também será feito um requerimento. A Funasa implantou o sistema, quando [o município] ainda era localidade de Canto do Buriti. Foram feitas as zonas rural e urbana. Deixamos tudo zerado. Quando a Águas do Piauí assume, começa a faltar água para a população. O povo está mal atendido, não tem um funcionário para atender”, denunciou Henrique Pires.
Na mesma sessão, Dr. Marcus Vinicius Kalume (PT) comentou três projetos de leis de sua autoria que foram sancionados pelo governo do Piauí nos últimos dias. “São políticas públicas estaduais para ajudar a cuidar das pessoas com albinismo, epilepsia e esquizofrenia. Essas legislações possuem um aspecto muito importante que é do combate ao preconceito”.
Kalume complementou afirmando que: “O governo deve fornecer a essas pessoas não apenas o tratamento medicamentoso, mas também o suporte emocional. É importante que quem tenha albinismo, epilepsia, esquizofrenia possua o acompanhamento necessário para ser incluído na sociedade”.
Fonte/Créditos: Assessorias
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