A Corregedoria-Geral da Justiça do Piauí realiza reunião institucional com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública, procuradorias, setor de Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação e Presidência do Tribunal para tratar do uso do novo editor de texto do Processo Judicial Eletrônico.
O encontro ocorre em meio à questões geradas pela modificação da norma que rege a utilização do editor de texto da plataforma, especialmente no que se refere às mudanças no fluxo de peticionamento eletrônico.
A reunião tem como objetivo central promover o diálogo entre as instituições que integram o sistema de Justiça, além de esclarecer dúvidas operacionais sobre o uso da nova ferramenta no PJe.

(Fotos: Karina Matos)
De acordo com a Corregedoria, a atualização do sistema busca dinamizar a prestação jurisdicional, ao permitir que todos os usuários da plataforma passem a contar com recursos mais avançados, que permitam, inclusive a melhor utilização, por todos os usuários do PJE, de ferramentas baseadas em inteligência artificial, voltadas à otimização da elaboração de peças processuais.

(Fotos: Karina Matos)
Durante a reunião, representantes das instituições destacam a necessidade de adaptação ao novo formato e solicitam a prorrogação do prazo para implantação do sistema, a fim de garantir uma transição mais segura e eficiente para advogados, defensores, procuradores e demais operadores do Direito.


(Fotos: Karina Matos)
Ficou acordado em reunião que o sistema deve funcionar de forma concomitante com as duas versões do editor de texto, para que todos os usuários consigam se adaptar e melhorar a familiaridade com as novas funcionalidades. Ainda não se estabeleceu um prazo definitivo para uso único da nova ferramenta do PJe.
O juiz auxiliar da Corregedoria, Dr. Ulysses Gonçalves, ressalta a importância do diálogo institucional nesse momento de transição. “A modernização do sistema é um passo necessário para aumentar a eficiência da Justiça. No entanto, esse processo precisa ser construído de forma colaborativa, ouvindo todos os atores envolvidos, para assegurar que a implementação ocorra com segurança jurídica e operacional”, afirma.
Fonte/Créditos: TJPI
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