A desembargadora do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI), Maria Luíza de Moura Mello e Freitas, recebeu, nesta sexta-feira (4), uma homenagem em reconhecimento à sua trajetória de mais de duas décadas de atuação na área da Infância e Juventude. A solenidade, realizada no Lar da Criança Maria João de Deus, foi coordenada pela instituição em parceria com a Coordenadoria Estadual Judiciária da Infância e da Juventude do TJPI (CEJIJ/TJPI).
A homenagem contou com a presença dos desembargadores Lucileide Pereira Belo, Pedro de Alcântara, Maria Célia Lima e do presidente do TJPI, Aderson Nogueira, além de representantes do Ministério Público do Piauí (MPPI), Ministério Público do Trabalho (MPT), Defensoria Pública, Secretaria do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sasc) e de outros órgãos e instituições que integram a rede de proteção à infância e à juventude.
O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou a dedicação da magistrada e a importância de sua trajetória para a proteção da infância e da juventude. “Tenho absoluta convicção da dedicação e do desempenho da desembargadora Maria Luíza, uma magistrada que vive em prol do seu trabalho e que construiu uma trajetória marcada pela responsabilidade e pela dedicação à Justiça. Atualmente, ela assume essa nova missão como desembargadora, para a honra do Judiciário piauiense. Tenho muita felicidade por tê-la hoje nesta posição e espero que, por onde ela passe, receba homenagens tão calorosas quanto esta e todo o reconhecimento que merece”, afirmou.


A homenagem também foi marcada por relatos de mães, servidores, autoridades e profissionais que acompanharam a trajetória da desembargadora e compartilharam experiências sobre sua atuação. Os depoimentos ressaltaram a contribuição da magistrada para a efetivação dos direitos de crianças e adolescentes e para a articulação da rede de proteção.

Em seu discurso, a desembargadora Maria Luíza de Moura Mello e Freitas relembrou os desafios e aprendizados vivenciados ao longo de mais de duas décadas de atuação nas Varas da Infância e da Juventude. Ela destacou que sua trajetória foi construída coletivamente, ao lado de magistrados, servidores, equipes multidisciplinares, conselheiros tutelares e demais profissionais e instituições que atuam na proteção de crianças, adolescentes e famílias.

A magistrada também ressaltou que a experiência na área marcou não apenas sua carreira, mas também sua trajetória pessoal e reforçou sua compreensão sobre o papel do Judiciário na proteção e na transformação da realidade de pessoas em situação de vulnerabilidade. “Após mais de duas décadas de atuação, permanece em mim o mesmo propósito: servir com responsabilidade, sensibilidade e compromisso, acreditando sempre que proteger a infância é também cuidar do presente e construir um futuro melhor para toda a sociedade”, declarou.


O coordenador da Infância e Juventude do TJPI, juiz Caio Emanuel Severiano Santos e Sousa, destacou a importância do legado deixado pela desembargadora e a continuidade do trabalho em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

“Recebemos um legado de muito trabalho, dedicação e sensibilidade com as causas da infância e da juventude. Nossa responsabilidade é dar continuidade a esse caminho, valorizando tudo o que foi construído e buscando contribuir, junto com toda a equipe e a rede de proteção, para que esse trabalho continue alcançando crianças, adolescentes e famílias”, concluiu.




Fonte/Créditos: TJPI
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