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Governo terá que adotar protocolo para acompanhar pacientes curados de Covid-19

Tratamento e o acompanhamento será feito por um grupo multidisciplinar de profissionais de saúde

Paciente com Covid-19 recebe atenção da médica

Paciente com Covid-19 recebe atenção da médica Foto: Folhapress

O governador do Piauí, Wellington Dias, sancionou a lei proposta pelo deputado Gessivaldo Isaias (Republicanos) que autoriza o Poder Executivo a adotar protocolo sobre tratamento e acompanhamento clínico aos pacientes recuperados do novo coronavírus, a Covid-19, que apresentem alguma sequela após o reestabelecimento da saúde.

O tratamento e o acompanhamento deverá ser feito por um grupo multidisciplinar de profissionais de saúde devidamente qualificados, incluindo psicólogos, fisioterapeutas, cardiologistas, dentre outras especialidades.

“Uma série de estudos divulgados nos últimos meses e a observação clínica dos profissionais que estão na linha de frente indicam as possíveis sequelas que a doença pode deixar, ainda que não se possa dizer se elas são temporárias ou perenes. Já se sabe que alguns sintomas podem persistir não apenas entre aqueles que tiveram casos mais graves e que, além dos danos no pulmão, pode afetar os rins, o coração, o intestino, o sistema vascular e até o cérebro”, diz o deputado Gessivaldo Isaías.

O parlamentar explica que apesar de muitas pessoas estarem imunizadas com a vacina contra a Covid-19, é importante destacar que a enfermidade não termina com o resultado de um teste negativo, haja vista que muitos, apesar de vacinados, contraem a doença e mesmo após a cura permanecem com sequelas decorrentes do vírus, que podem variar de um grau mais leve até mesmo dificuldades respiratórias, dores, depressão e perda de memória.

Gessivaldo Isaías diz ainda que existe uma estimativa de que 8 entre cada dez pacientes recuperados da Covid-19 ainda apresentem sintomas da doença nas duas semanas seguintes após a cura, sendo necessário o tratamento imediato dessas sequelas para que as pessoas possam voltar a ter uma vida normal, para que essas deformidades não se transformem em permenantes.

Fonte: Alepi

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