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Sílvio afirma que "agrados" do governo a aliado é problema da justiça e da polícia

"Qual o tamanho dos agrados que o governo está fazendo?", desconfia o pré-candidato

Sílvio Mendes com Joel Roderigues e Luciano Nunes em Teresina

Sílvio Mendes com Joel Roderigues e Luciano Nunes em Teresina Foto: Facebook


O pré-candidato a governador pelo União Brasil, Silvio Mendes, afirmou que o atual governo enfrenta a mais forte oposição dos  últimos anos. Disse mais:  que não é da conta dele os "agrados" oferecidos aos aliados em troca de apoio ao pré-candidato a governador Rafael Fonteles.  "Isso é problema da justiça e da polícia".

“Nunca um governo no estado do Piauí teve uma oposição tão forte e organizada como tem hoje. Temos harmonia, pensamos diferente, mas temos o mesmo propósito", garantiu o pré-candidato.

Sílvio Mendes lembrou que em 1994, o então desconhecido "Mão Santa" - Francisco de Assis de Moraes Souza - foi candidato a governador - disputando contra o candidato do governo, Átila Lira -  "e venceu praticamente sozinho".

"Por quê? Porque naquele tempo havia um sentimento e agora o vemos até mais forte por causa de um governo que prometeu e não fez”, criticou o ex-prefeito de Teresina, em evento no Centro Artesanal, na sexta-feira (20), que reuniu um grupo de apoiadores de sua candidatura.

A oposição garante que tem o apoio de prefeitos em 116 cidades.  “Temos um grupo no WhatsApp com mais de 100 ex-prefeitos. Eles são igualmente importantes”, avaliou. 


O pré-candidato das oposições levantou suspeita sobre o real motivo da adesão de prefeitos e lideranças ao pré-candidato do governo. “Qual o tamanho dos agrados que o governo está fazendo a esse ou aquele? Eu não sei e nem vou atrás. Isso é problema da justiça e da polícia. Nós vamos onde tiver uma pessoa, uma liderança que nos apoie por convicção. Não tenho nenhum agrado para fazer. Eu aponto para o futuro, pelo que fizemos em Teresina, por não mentir, por ter as mãos limpas”, alfinetou Sílvio Mendes

Fonte: Paulo Pincel

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