Pessoas em situação de rua concluem curso profissionalizante


A tarde dessa terça-feira (4) foi de muita alegria na sede da Casa do Caminho, instituição vinculada à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O motivo foi a conclusão do curso profissionalizante para pessoas em situação de rua, que são atendidas pela Casa. Ao todo, foram 19 pessoas que terminaram o curso de Serviços Gerais, ofertado pelo projeto Livre para Viver.

O curso de Serviços Gerais foi concluído por 19 pessoas

Ao final do curso, elas receberam o certificado assinado pelo secretário da Semcaspi, vereador Samuel Silveira, e estão aptas para exercer a profissão no mercado de trabalho, podendo, ainda, buscar mais formação, pois, com a conclusão das aulas, a perspectiva é de que, já no mês de dezembro, seja definido um novo curso para ser ofertado. O projeto Livre para Viver visa à promoção dos direitos de cidadania para pessoas em situação de vulnerabilidade social ou que tenham sido dependentes de substâncias psicoativas.

“Toda ação pública só tem sentido se mudar a vida das pessoas. A felicidade é poder contribuir com a mudança da vida dessas pessoas. O certificado nada mais é que um papel e um conjunto de letras, mas, a partir dele, enxergamos em pessoas em situação de vulnerabilidade, uma oportunidade de melhoria de vida. A partir do aprendizado, que trouxe a formação, podem produzir, trabalhar e ter uma nova oportunidade de vida”, comenta Samuel Silveira.

Os encaminhamentos para a Casa do Caminho, geralmente, são realizados pelo Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), pela Rodoviária de Teresina e pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A Casa do Caminho não recebe somente moradores de ruas. As vagas são destinadas, também, àquelas pessoas que estão em trânsito por Teresina, entre uma viagem e outra; pessoas que se encontram em situação de infortúnios, como assaltos, perda de dinheiro; pessoas de outras cidades que vêm à capital em busca de tratamento médico e não possuem familiares em Teresina.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Ascom