O sonho do rompimento de Ciro com Wellington


Ontem tive um sonho esquisito. No sonho, o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, estava rompido com o governador Wellington Dias (PT). E o piauiense estava nos braços do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que já foi seu companheiro de partido. Muito estranho mesmo.

A história foi a seguinte:

O resultado da eleição da Assembleia Legislativa foi o estopim da separação de Wellington Dias e Ciro Nogueira.

O PP não fazia mais parte da base do governo. É que Themístoles Filho (MDB) havia conseguido a reeleição de presidente do legislativo estadual piauiense. E esse resultado foi uma demonstração, segundo as lideranças progressistas, de que o governador petista não deu apoio para o candidato Hélio Isaías (PP). Até deputados do PT não votaram nele.

No sonho alguém me lembrava de tudo que a claque petista já havia feito com os progressistas e dizia que o resultado da eleição tinha sido a gota d’água.

Com esse rompimento com Wellington Dias, Ciro Nogueira ficava livre para fazer sua campanha para 2022 e se aproximar do presidente Jair Bolsonaro. Afinal, o PP é o terceiro maior partido na Câmara dos Deputados. Com essa separação de Wellington Dias, o senador piauiense ficava mais “limpeza” com o presidente do Brasil.

Embora muitos tivessem alertado que o nome mais forte não era o de Hélio Isaías, o senador ficava contente porque a sua derrota na Assembleia Legislativa seria o início de uma vitória para Ciro Nogueira e o Progressistas que perdia 16 votos no Legislativo, mas abria caminho para a que o Progressistas com seis deputados, centenas de prefeitos e agora o apoio do Governo Federal, conquistasse milhares de votos. Misturado com este mesmo sonho o presidente Jair Bolsonaro liberava recursos para a conclusão de duas obras de extrema importância para o Piauí que nunca foram concluídas nos governos de Lula e Dilma e com isso conquistava a simpatia de parte do eleitor piuiense.

Que sonho esquisito!