Paulo Roberto vai recorrer da expulsão do Solidariedade


 

Vereador Major Paulo Roberto
Foto: Paulo PIncel

O vereador Major Paulo Roberto disse estar tranquilo em relação à expulsão do Solidariedade, decidida na sexta-feira passada por uma comissão formada por pessoas ligadas ao presidente do partido no Piauí, deputado estadual Evaldo Gomes.

O vereador disse que a expulsão era esperada. “Já previa que seria parcial com a nossa expulsão do partido. A direção do Solidariedade soube que estava havendo perseguição. Paulinho da Força disse que não iria fazer esse tipo de ato e passou o abacaxi para o Evaldo Gomes. O deputado deve ter procurado as pessoas mais antigas do partido, que não aceitaram essa perseguição. Aí ele montou a comissão com membros da sua equipe, que se filiaram em dezembro de 2018: Sheivan, Emílio e Jesiene Marques, todos três trabalham com Evaldo. Um é secretário o outro é secretário do partido e a outra é secretária dele, todos atrelados a ele”, denunciou o vereador

Para o Major Paulo Roberto, não tinha como ser diferente o resultado da reunião de sexta-feira. “Eu fui lá e questionei a ação e pedi a anulação do ato. Eles alegaram que eu não tinha apresentado defesa prévia. E disse que tinha sim e eles não souberam procurar direito a nossa defesa, até reconheceram isso em Ata….eu tenho tudo protocolado. O acusador, o autor da ação, faltou à reunião e mesmo assim houve a reunião, que decidiu pela minha expulsão, claro que obedecendo às ordens do chefe maior que é Evaldo Gomes”, acrescentou.

O vereador disse que estar tranquilo e vai decidir com calma o rumo a seguir. “No momento que ele expulsa o Major Paulo Roberto do partido ele nos deixa com a tranquilidade de procurar um outro partido ou e de buscar nossos direito na Justiça contra esse ato, que considero um ato de perseguição pessoal, nem é político, nem partidário, mas perseguição pessoal. Vou reunir minha equipe, nossos advogados e vamos ver o que fazer a partir de segunda-feira”, avisou.