Gilvana Gayoso reassume ADH e faz balanço da missão que deve cumprir


A assistente social Gilvana Gayoso prepara-se para mais uma gestão no posto de diretora geral da Agência de Desenvolvimento Habitacional. Ela foi reconduzida ao cargo pelo governador Wellington Dias, no último dia 6 de maio de 2019.

Gilvana Gayoso tem desempenhado um trabalho excelente na ADH

Gilvana Gayoso aproveita o momento para fazer um breve balanço dos 12 anos de existência da ADH, agora fortalecida com a incorporação de duas Diretorias da EMGERPI, a Diretoria de Regularização Patrimonial Imobiliário e Diretoria de Processos Imobiliários, transformadas em Diretoria de Regularização Fundiária Urbana.

Após a transferência desses trabalhos para ADH, Gilvana Gayoso, está otimista com o novo processo criado para o desenvolvimento da política habitacional do Piauí. Para tanto, ela conta com o esforço e boa vontade de todos os servidores da Casa no sentido de melhor atender as famílias dos conjuntos habitacionais construídos pela ADH e pela antiga COHAB/PI.

A Agência de Desenvolvimento Habitacional avançou nos investimentos para a construção da casa própria para a população. De 2008 a 2018 foram construídas 12.997 unidades habitacionais por meio de Programas Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS/OGU), Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), Orçamento Geral da União (OGU), Pro-Moradia, Semeando Moradia, Programa Minha Casa Minha Vida Sub50 e outros do Governo do Estado.

“Na nossa gestão, foram entregues quase 05 (cinco) mil moradias em todo o Estado do Piauí. Em parceria com o Governo Federal, a ADH concluiu as obras dos residenciais Jacinta Andrade, Paulo de Tarso, Nova Teresina, e na Vila Irmã Dulce, na capital e outras no interior que estavam paralisadas explica a diretora.
Segundo ela, os eixos norteadores da ADH foram: construção de moradia, construção de equipamentos comunitários, pavimentação, melhoria habitacional e trabalho técnico social junto aos beneficiários nas fases antes, durante e pós-obra.

No que se refere aos equipamentos comunitários, foram concluídos no Residencial Jacinta Andrade uma Unidade Básica de Saúde, o Centro Cultural e duas Escolas de Ensino Fundamental (P3 e P4).

De acordo com Gilvana Gayoso, outro ponto positivo foi a entrega de unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida Sub50, voltado para os municípios de até 50 mil habitantes. “Conseguimos entregar 3.120 casas, distribuídas entre 83 municípios do Estado.”, completa ela.

Através do Programa Nacional de Habitação Rural – PNHR, foram entregues 135 unidades habitacionais, e, atualmente, estão sendo construídas 145 casas, distribuídas na zona rural de Teresina, Joaquim Pires, União, Agriciolândia e Barras. “ A retomada do Programa PNHR foi uma vitória desta gestão, pois tirar famílias de suas casas de taipa e entregar as chaves de uma moradia digna, é uma benção de Deus”, afirma Gilvana Gayoso.

De acordo com Gilvana Gayoso, outro projeto bem sucedido nessa gestão foi a construção de pavimentação poliédrica (calçamento). A Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH) concluiu as obras de pavimentação poliédrica nos municípios de Oeiras, Santa Cruz dos Milagres, Barro Duro, Angical, São Miguel da Baixa Grande, Angical, São João do Piauí, Caracol, Joaquim Pires e São Miguel do Fidalgo. As intervenções nessas cidades totalizam 73.866,24 m² de calçamento construído.

A ADH incorporou a carteira imobiliária da Emgerpi com um total de 56.994 contratos, sendo 50.933 contratos da Cohab, 681 contratos da carteira imobiliária de financiamentos do antigo BEP e 5.380 contratos do IAPEP/FUNPREV.

Importante destacar as ações itinerantes de extrema relevância do Programa Minha Casa Legal, que a EMGERPI iniciou em 2015 no Piauí. De acordo com o último levantamento da Empresa cerca de 15.980 mutuários foram atendidos, isto é, conseguiram regularizar seus imóveis.

Vale ressaltar que as atividades desenvolvidas de forma integrada, respectivamente, pela Diretoria de Regularização Patrimonial e Imobiliário – (DRPI) e pela Diretoria de Processos Imobiliários (DPI) conseguiram regularizar 6.011 imóveis, por meio do registro e averbação das áreas dos conjuntos habitacionais, além da entrega de ofícios de liberação de hipoteca, beneficiando, em média, 24 mil e 44 pessoas.

Em relação ao Plano de Regularização Fundiária dos Conjuntos Habitacionais, a diretora geral da ADH diz que a perspectiva é atingir cerca de 38.800 moradias em todo o Estado, com uma população beneficiada estimada em 155.000 pessoas. “Nosso objetivo será promover a regularização fundiária de todos os Conjuntos habitacionais que possuam pendência de documentação até 2022”, finaliza Gilvana Gayoso.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Ascom