Audiência Pública debate estrutura do Corpo de Bombeiros


O vereador Aluísio Sampaio alerta sobre manutenção dos prédios

Nesta quarta-feira (13) aconteceu uma Audiência Pública para tratar sobre a situação do Corpo de Bombeiros em Teresina e no Piauí. O debate será realizado na Câmara Municipal de Teresina, às 11 horas, e contará com a participação de representantes do Ministério Público do Piauí, IBAMA, Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Defesa Civil, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros e Sinduscon Teresina.

Proposta pelo vereador Aluísio Sampaio (Progressistas), a audiência vai fazer um alerta sobre a importância da manutenção de prédios antigos em Teresina, além da burocratização e morosidade nas licenças de empreendimentos que, consequentemente, influenciam no crescimento urbano da capital.

A estrutura do Corpo de Bombeiros do Piauí é uma preocupação recorrente do parlamentar e que precisa ser discutida. Ele conta que com a chegada da época mais quente do ano, o número de queimadas aumenta em todo o Estado. “Chegou a hora de chamarmos o Corpo de Bombeiros, através de uma audiência pública, para termos uma noção real de suas condições. Pois Teresina é uma cidade populosa e a estrutura do Corpo de Bombeiros é limitada por falta de investimentos”, ressalta o vereador Aluísio Sampaio.

Em relação aos prédios antigos na cidade, o parlamentar reforça que é algo preocupante, pois as estruturas contém instalações elétricas do século passado e que acabam se tornando combustível para um possível incidente. Para Aluísio Sampaio, é necessário ter vistorias neste locais para evitar acidentes e ressaltou a importância de bares, restaurantes e boates terem a licença de segurança concedida antes de abrirem.

“O bom empreendedor assume a responsabilidade e o Corpo de Bombeiros libera o estabelecimento se cumprir todas as normas de segurança. Eu acredito que também é necessário debater o assunto dos prédios antigos e ociosos na cidade, pois Teresina está envelhecendo e eu temo que o Corpo de Bombeiros com seu pouco suporte não consiga atender as demandas de toda a capital”, pontua.
 

 

 

 

 

 

Fonte: Ascom